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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Dicas para inibir roubo a residências.


ANTES DE VIAJAR:
  • Não comente sua viagem perto de pessoas estranhas.
  • Comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular, telefone do local onde estará etc.
  • Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.
  • Procure carregar seu veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam que você irá se ausentar.
  • Desligue a campainha. Assim você deixará em dúvida quem quiser usá-la apenas para verificar se há alguém em casa.
  • Suspenda a entrega de jornais ou revistas, gêneros alimentícios, etc. 
  • Reforce as portas com fechaduras auxiliares.
  • Na medida do possível, instale equipamentos eletrônicos de segurança, mas antes certifique-se de que a empresa responsável é idônea e cadastrada na Polícia Federal.
  • Se possível, instale aparelho de fotocélula para acender as luzes externas à noite e apagá-las durante o dia.
  • Se possível, instale aparelho temporizador para ligar e desligar um aparelho de TV ou som em horários distintos (noite e dia).
  • Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança. 

DURANTE A VIAGEM:
  • Procure sempre manter contato com os vizinhos. Em casos suspeitos, peça a eles para avisarem a polícia.
  • Evite o aspecto de abandono. Solicite para alguém de confiança limpar a área externa da sua casa.
  • Peça a um parente ou vizinho para visitar a sua residência, a fim de demonstrar a presença de pessoas.
  • Não deixe luzes acesas durante o dia. Isso significa ausência de moradores.

    Fonte: Allianz Seguros

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

40% das ocorrências de sequestro relâmpago são pagas

Uma das ocorrências de sequestro virtual:
O filho vai a um clube para se divertir e dançar. Os pais recebem um telefonema tarde da noite feito do celular do filho. A voz, masculina,  do outro lado da linha diz que seu filho foi sequestrado e exige que seja pago o resgate de  R$20.000,00  imediatamente, para que este volte para casa a salvo. Uma hora mais tarde o filho chega ileso, e o único incidente da noite é o furto do celular, onde constam os números da casa, mãe ou pai. Mas o valor já foi pago temendo pela segurança do filho. A identificação no aparelho pode ajudar quando a situação de perigo é real mas também serve para o uso de criminosos. A codificação destes nomes poderia evitar sua identificação.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cuidados com os pequenos

Os cuidados com os filhos pequenos não terminam com a simples compra do equipamento de segurança. Ler o manual do fabricante é essencial para utilizar a cadeirinha corretamente e evitar acidentes com o mau uso. O Centro de Experimentação e Segurança Viária recomenda o uso de cadeirinhas que tenham o selo do Inmetro impresso na embalagem, que é uma certificação obrigatória. Outro cuidado importante é levar a criança na hora da compra para verificar se o produto é adequado ao seu peso, altura e idade, e se ela fica adequadamente fixada a ele.

Algumas dicas para evitar acidentes com crianças dentro ou fora do veículo:
  • Nunca deixe crianças sozinhas dentro do carro;
  • Veja se o dispositivo de segurança está sendo utilizado de acordo com as normas de segurança;
  • Olhe em volta do carro antes de ligá-lo e deixe as crianças aguardando em lugar seguro e visível;
  • Ensine as crianças para nunca brincarem dentro ou perto de veículos;
  • Não permita que brinquedos, como bicicletas, fiquem no caminho do estacionamento ou da garagem;
  • Tranque o carro quando não estiver usando para que as crianças não entrem sozinhas.
Fonte: Viver Seguro



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Acidentes com crianças de zero a 10 anos geram 450 indenizações do seguro DPVAT

Segundo as estatísticas do DPVAT - o seguro do trânsito- no primeiro semestre deste ano, foram pagas cerca de 450 indenizações por acidentes envolvendo crianças de zero a dez anos. Essas crianças, que eram transportadas dentro de automóveis, morreram ou ficaram inválidas em acidentes de trânsito no País. Mas, fora do carro o perigo é ainda maior: 1.045 crianças, nessa mesma faixa etária, receberam indenização por atropelamento durante os primeiros seis meses de 2010.

"Alta velocidade, imprudência, embriaguês lideram as causas deste tipo de acidente. Muitas crianças também se machucam quando o veículo está entrando ou saindo de uma vaga ou da garagem de casa. Esses acidentes ocorrem, porque o motorista não enxerga a criança que está atrás ou em volta do veículo," explica p diretor-presidente da Seguradora Líder - DPVAT, Ricardo Xavier.

De acordo com o estudo da agência de transporte norte-americana - The National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), o uso correto de dispositivos de segurança em crianças podem reduzir 71% das fatalidades com bebês de até um ano, e em 54% na faixa de um a quatro anos.

Fonte: Viver Seguro

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Chuva e vento de quase 100 km/h causam destruição em Canoas.

 
O vento de 96 km/h deixou rastro de destruição em Canoas no início da manhã. De acordo com a Base Aérea do município, as rajadas foram registradas durante nove minutos, por volta das 6h. O vendaval causou diversos estragos, principalmente no bairro Olaria.

Fonte: Zero Hora


Os danos decorrentes de vendavais encontram amparo nos seguros de residências e empresas e são caracterizados por ventos com velocidade superior a 60km/hora.  
No entanto os produtos limitam esta garantia a um percentual da cobertura principal de incêndio. Normalmente são constatados danos também ao conteúdo destes imóveis, pois são seguidos de chuva quase sempre. 
Os seguros também oferecem serviços emergenciais que evitam danos maiores.


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Reflexões sobre o Seguro de Vida ... ou de Morte!

Por que priorizamos a contratação de seguros que visam a proteção de bens materiais em detrimento do maior bem que possuímos: a nossa vida?


A diferença entre o medo e o pavor:
A pessoa que teme morrer e tem recursos internos para lidar com este medo, tem a tendência de se planejar antecipadamente com relação aos imprevistos, e a contratação de um seguro de vida para garantir o conforto dos familiares pode ser uma ação preventiva.


Em contrapartida, a pessoa que tem pavor da morte e não conseguiu desenvolver recursos internos para lidar com esta situação inerente, pode passar a negar tudo o que se relacione a ela. Por exemplo: evitar cuidar da saúde, evitar fazer check-up e até evitar contratar um seguro de vida.

A contratação de um seguro de vida pode representar uma busca de superação da morte.
Para a maioria das pessoas que temem a morte, a idéia da contratação de um seguro de vida é inexeqüível.

Mas para quem reconhece que não basta atingir a longevidade e deseja chegar a ela com saúde e com qualidade de vida, o seguro passa a ser uma decisão previdente.

O mercado de seguros necessita evoluir muito com relação à comercialização de seguros de vida. O que existe é um despreparo generalizado para a venda individual. Talvez tenhamos perdido muito tempo comercializando produtos simplificados, os chamados seguros de vida em grupo, deixando de lado o seguro de vida individual.

Texto extraído de artigo do atuário Sérgio Rangel Guimarães e psicóloga Luciane Fagundes publicado na revista Caderno de Seguros.