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quarta-feira, 30 de março de 2011

A importância do Seguro suplementar para o Empregador além das obrigações da LT

Tragédia depois do trabalho
A 4ª Turma do TST entendeu que houve responsabilidade objetiva da empresa Extrativa Mineral Ltda., em Nova Lima (MG), pela morte de um empregado em acidente ocorrido em suas dependências. Foi mantida a decisão que condenou a empresa a indenizar em R$ 100 mil, por danos morais, os herdeiros do trabalhador.  O acidente ocorreu fora do expediente normal, após a dispensa antecipada dos empregados  devido a um jogo de futebol, e resultou de brincadeira entre colegas de trabalho, em que um deles conduziu um escavadeira na direção dos outros que se encontravam no pátio. Num desfecho inesperado e trágico, um trabalhador foi atingido pela lâmina do equipamento e morreu dacapitado. No caso, o TRT da 3ª Região (TRT/MG) valeu-se da previsão do Código Civil de que o empregador responde pelos atos de seus empregados independentemente de culpa de sua parte. Em sua análise, majorou o valor de indenização por danos morais, de R$ 30 mil para R$ 100 mil, dada a grave repercussão do acidente (morte do trabalhador) e o número de pessoas lesadas (viúva e sete filhos). Conforme o acórdão da 4ª Turma do TST, "ainda que examinada a responsabilidade da empresa sob o enfoque puramente subjetivo, é clara sua culpa no acidente de trabalho". O empregador agiu com imprudência do dever geral de cautela, pois permitiu que empregados permanecessem no local de trabalho após o expediente, sem a supervisão de superior hierárquico e com livre acesso aos equipamentos da empresa, observou o relator. Além da indenização de R$ 100 mil, foi assegurada aos herdeiros pensão mensal equivalente ao salário do empregado falecido. (RR nº 64200-50.2008.5.03.0091). Fonte: JC - Marco Antônio Birnfeld

O seguro de Responsabilidade Civil do Empregador prevê este tipo de ocorrência, e deve fazer parte do programa do seguro empresarial.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Dicas para inibir roubo a residências.


ANTES DE VIAJAR:
  • Não comente sua viagem perto de pessoas estranhas.
  • Comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular, telefone do local onde estará etc.
  • Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.
  • Procure carregar seu veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam que você irá se ausentar.
  • Desligue a campainha. Assim você deixará em dúvida quem quiser usá-la apenas para verificar se há alguém em casa.
  • Suspenda a entrega de jornais ou revistas, gêneros alimentícios, etc. 
  • Reforce as portas com fechaduras auxiliares.
  • Na medida do possível, instale equipamentos eletrônicos de segurança, mas antes certifique-se de que a empresa responsável é idônea e cadastrada na Polícia Federal.
  • Se possível, instale aparelho de fotocélula para acender as luzes externas à noite e apagá-las durante o dia.
  • Se possível, instale aparelho temporizador para ligar e desligar um aparelho de TV ou som em horários distintos (noite e dia).
  • Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança. 

DURANTE A VIAGEM:
  • Procure sempre manter contato com os vizinhos. Em casos suspeitos, peça a eles para avisarem a polícia.
  • Evite o aspecto de abandono. Solicite para alguém de confiança limpar a área externa da sua casa.
  • Peça a um parente ou vizinho para visitar a sua residência, a fim de demonstrar a presença de pessoas.
  • Não deixe luzes acesas durante o dia. Isso significa ausência de moradores.

    Fonte: Allianz Seguros

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

40% das ocorrências de sequestro relâmpago são pagas

Uma das ocorrências de sequestro virtual:
O filho vai a um clube para se divertir e dançar. Os pais recebem um telefonema tarde da noite feito do celular do filho. A voz, masculina,  do outro lado da linha diz que seu filho foi sequestrado e exige que seja pago o resgate de  R$20.000,00  imediatamente, para que este volte para casa a salvo. Uma hora mais tarde o filho chega ileso, e o único incidente da noite é o furto do celular, onde constam os números da casa, mãe ou pai. Mas o valor já foi pago temendo pela segurança do filho. A identificação no aparelho pode ajudar quando a situação de perigo é real mas também serve para o uso de criminosos. A codificação destes nomes poderia evitar sua identificação.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Roubo das cadeirinhas

O mercado segurador precisa ser ágil e se adequar às mudanças, pois os criminosos já descobriram um novo mercado. O roubo das cadeirinhas, acessórios obrigatórios em muitos carros e que  ainda não encontram amparo do seguro, são agora alvo destes marginais.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cuidados com os pequenos

Os cuidados com os filhos pequenos não terminam com a simples compra do equipamento de segurança. Ler o manual do fabricante é essencial para utilizar a cadeirinha corretamente e evitar acidentes com o mau uso. O Centro de Experimentação e Segurança Viária recomenda o uso de cadeirinhas que tenham o selo do Inmetro impresso na embalagem, que é uma certificação obrigatória. Outro cuidado importante é levar a criança na hora da compra para verificar se o produto é adequado ao seu peso, altura e idade, e se ela fica adequadamente fixada a ele.

Algumas dicas para evitar acidentes com crianças dentro ou fora do veículo:
  • Nunca deixe crianças sozinhas dentro do carro;
  • Veja se o dispositivo de segurança está sendo utilizado de acordo com as normas de segurança;
  • Olhe em volta do carro antes de ligá-lo e deixe as crianças aguardando em lugar seguro e visível;
  • Ensine as crianças para nunca brincarem dentro ou perto de veículos;
  • Não permita que brinquedos, como bicicletas, fiquem no caminho do estacionamento ou da garagem;
  • Tranque o carro quando não estiver usando para que as crianças não entrem sozinhas.
Fonte: Viver Seguro



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Acidentes com crianças de zero a 10 anos geram 450 indenizações do seguro DPVAT

Segundo as estatísticas do DPVAT - o seguro do trânsito- no primeiro semestre deste ano, foram pagas cerca de 450 indenizações por acidentes envolvendo crianças de zero a dez anos. Essas crianças, que eram transportadas dentro de automóveis, morreram ou ficaram inválidas em acidentes de trânsito no País. Mas, fora do carro o perigo é ainda maior: 1.045 crianças, nessa mesma faixa etária, receberam indenização por atropelamento durante os primeiros seis meses de 2010.

"Alta velocidade, imprudência, embriaguês lideram as causas deste tipo de acidente. Muitas crianças também se machucam quando o veículo está entrando ou saindo de uma vaga ou da garagem de casa. Esses acidentes ocorrem, porque o motorista não enxerga a criança que está atrás ou em volta do veículo," explica p diretor-presidente da Seguradora Líder - DPVAT, Ricardo Xavier.

De acordo com o estudo da agência de transporte norte-americana - The National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), o uso correto de dispositivos de segurança em crianças podem reduzir 71% das fatalidades com bebês de até um ano, e em 54% na faixa de um a quatro anos.

Fonte: Viver Seguro

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Começa dia 1 de setembro a fiscalização das novas regras para o transporte de crianças

Começa dia 1 de setembro a fiscalização das novas regras para o transporte de crianças de até sete anos e meio, que deverão ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro utilizando o dispositivo de retenção. Segundo a norma, as crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas no equipamento denominado conversível ou bebê conforto, crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos e meio em assentos de elevação. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as crianças com até dez anos devem ser transportadas no banco traseiro.

terça-feira, 20 de julho de 2010

O direito da reparação

Cliente machucou-se em estabelecimento ao escorregar em piso inadequado para os dias de chuva.
O Seguro de Responsabilidade Civil resolve e custa barato, mas é pouco comercializado porque o brasileiro ainda se sente constrangido em reclamar seus direitos.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Reflexões sobre o Seguro de Vida ... ou de Morte!

Por que priorizamos a contratação de seguros que visam a proteção de bens materiais em detrimento do maior bem que possuímos: a nossa vida?


A diferença entre o medo e o pavor:
A pessoa que teme morrer e tem recursos internos para lidar com este medo, tem a tendência de se planejar antecipadamente com relação aos imprevistos, e a contratação de um seguro de vida para garantir o conforto dos familiares pode ser uma ação preventiva.


Em contrapartida, a pessoa que tem pavor da morte e não conseguiu desenvolver recursos internos para lidar com esta situação inerente, pode passar a negar tudo o que se relacione a ela. Por exemplo: evitar cuidar da saúde, evitar fazer check-up e até evitar contratar um seguro de vida.

A contratação de um seguro de vida pode representar uma busca de superação da morte.
Para a maioria das pessoas que temem a morte, a idéia da contratação de um seguro de vida é inexeqüível.

Mas para quem reconhece que não basta atingir a longevidade e deseja chegar a ela com saúde e com qualidade de vida, o seguro passa a ser uma decisão previdente.

O mercado de seguros necessita evoluir muito com relação à comercialização de seguros de vida. O que existe é um despreparo generalizado para a venda individual. Talvez tenhamos perdido muito tempo comercializando produtos simplificados, os chamados seguros de vida em grupo, deixando de lado o seguro de vida individual.

Texto extraído de artigo do atuário Sérgio Rangel Guimarães e psicóloga Luciane Fagundes publicado na revista Caderno de Seguros.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Seguro residencial pode ser a saída para enfrentar o vaivém do tempo.

Matéria publicada no Jornal NH 26/11;

O seguro, que se tornou popular para os veículos devido ao grande volume de furtos e roubos, ainda não é muito frequente na modalidade domicílio. No entanto, quem entende do assunto aconselha a quem está na dúvida a repensar o assunto, considerando que a casa costuma ser o maior patrimônio de uma família.
Para cada dez seguros de automóveis, é realizado menos de uma apólice residencial. Kor recomenda que aqueles interessados em proteger a residência procurem um corretor de seguros. Será esse profissional que irá orientar sobre o tipo de cobertura mais adequada, assim como auxiliar a definir qual será o valor segurado.

Conforme o diretor de marketing do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul, Breno Kor, as seguradoras oferecem pacotes padronizados, com diversas coberturas, sendo a principal contra incêndios. As demais como roubo, vendaval, danos elétricos e alagamentos, são acopladas ao plano principal, conforme o interesse do cliente, e chamadas de coberturas acessórias.

VALORES - O seguro residencial é barato porque a frequência de eventos não é alta, explica Kor. Mas ele acredita que os valores poderão subir em virtude do grande número de indenizações pagas em razão dos temporais. O valor do seguro é calculado levando em conta informações do passado. A partir de um histórico, tantos de eventos da natureza como de índices de furtos e roubos, as empresas projetam quanto será necessário para cobrir o que é gasto com indenização, despesas e ainda manter o resultado da atividade.

AS COBERTURAS

  • Coberturas básicas:
    - Incêndio, queda de raio no local segurado e explosões de qualquer causa
  • Coberturas opcionais:
    - Danos elétricos: danos a aparelhos e instalações causados por curto-circuito ou variação de tensão;

    - Impacto de veículos: cobre, por exemplo, a queda do muro devido à colisão de um veículo;

    - Vendaval e queda de granizo: destelhamento, queda de antenas, muros e portões, causados por vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo;

    - Obras de arte e jóias;

  • Assistência 24 horas:
    - Plano Básico: reparos hidráulicos, reparos elétricos, desentupimento, chaveiro e substituição de telhas;
    - Plano Completo: além dos serviços do plano básico, o plano completo poderá garantir também serviço de telefonia, conserto de eletrodomésticos;
SAIBA MAIS
Casas de madeira dificilmente são asseguradas porque o risco de incêndio é maior;
Quando a apólice é contratada, neste documento consta o valor total assegurado: valor do prédio e dos bens que estão dentro da residência;
O valor normalmente pago de indenização para uma casa que teve perda total é referente ao valor de reconstrução e não ao valor de avaliação do imóvel;
No caso da cobertura por vendaval, são considerados os estragos causados por ventos superiores a 60 quilômetros horários;
Todo o dano está sujeito a avaliação da seguradora;
Quando há perda total, os familiares poderão ser removidos para um hotel;
Há cobrança de franquia, o valor varia de acordo com o tipo de cobertura;
Em casos de destelhamento é recomendado primeiro realizar registro fotográfico dos estragos antes de colocar uma cobertura de lona;
As coberturas variam de seguradora para seguradora. Vale a pena pesquisar. 



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