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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Parceiros podem receber seguro de vida

Em tese, uma pessoa pode colocar quem ela quiser como beneficiária de uma apólice de vida. Na prática do mercado segurador, porém, não era bem assim que as coisas funcionavam.
Havia entraves que dificultavamo processo para uma pessoa colocar o parceiro do mesmo sexo como favorecido.
Com a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável de casais homossexuais, o processo passa a ser o mesmo de casais heterossexuais que possuem uma união estável não formalizada: basta provar que existia um relacionamento com vínculo econômico.
O novo Código Civil diz que a indicação do beneficiário no seguro de vida é livre, com uma exceção: no caso de pessoas casadas, o favorecido não pode ser um amante. Samy Hazan, diretor de Planejamento e Seguro de Pessoas da Marítima, explica, porém, que as boas práticas da análise de risco indicam que deve haver "interesse econômico" entre as partes, no caso, o contratante e o beneficiário do seguro. Ou seja, deve ser comprovada uma relação de dependência financeira entre essas pessoas. "O objetivo do seguro de vida é compensar a perda econômico-financeira no caso da morte de alguém próximo. Por isso, tem que haver um interesse econômico entre as partes. Se fugir desse propósito, não precisa de seguro", diz Hazan.
Quando não há a indicação expressa na apólice de quem é o favorecido da indenização, o que é comum em apólices coletivas empresariais, o próprio Código Civil determina uma ordem sucessória para o recebimento do benefício: cônjuge, descendentes e ascendentes. Antes do novo Código, no entanto, o termo "cônjuge" causava problemas para os casais heterossexuais não casados "no papel". "Para ser cônjuge tem que ser casado", explicaWashington Silva, diretor jurídico da Metlife. O novo Código, porém, equiparou os direitos de um parceiro estável ao do cônjuge.
Agora, com a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo reconhecida, os direitos são os mesmos. Para Samy, o desafio para as seguradoras é o mesmo, tanto para casais hetero quanto homossexuais, quando a união não foi formalizada em vida: estabelecer processos e regras para identificar se de fato havia uma relação estável e de dependência financeira. Isso, para evitar fraudes. "Se a lei (Código Civil) e a decisão (do STJ) aceitam união estável, mesmo que ela não seja oficializada, é possível provar que o casal vivia junto por meio de documentos e testemunhas", explica Milena Fratin de Oliveira, coordenadora Jurídica da Marítima.
Ela explica que como a decisão ainda é recente, as áreas técnicas das seguradoras estão acionando seus departamentos jurídicos para sabercomoproceder. "Até para não haver práticas ou termos preconceituosos nas apólices", explica. Isso não quer dizer que antes da decisão as seguradoras não aceitavam como beneficiário de uma apólice um parceiro de mesmo sexo. "Nós fizemos apólices desse tipo antes da decisãodo STJ", contaHazan.Adiferença, agora, é que não depende mais da política da empresa. Mas sim da lei.

Fonte: CQCS

terça-feira, 24 de maio de 2011

Esclarecimentos sobre o Seguro Vida

Não é raro os beneficiários de um seguro de Vida serem surpreendidos na hora de receber a indenização. O pagamento da indenização no caso de pacientes em fase terminal, sem recuperação ou reabilitação, quando contratada a garantia de Invalidez Permanente Funcional por Doença, é descontada do valor do seguro, por ocasião do óbito. Ao contrário, no caso da garantia contratada de Indenização Especial por Morte Acidental, esta se soma a garantia básica de Morte.

Maiores informações consulte a KOR

sexta-feira, 18 de março de 2011

Perdas na indústria do Seguro.

As catástrofes registradas no Japão a partir da última sexta-feira (11) representam o maior evento de consequências indenizatórias do mercado segurador e ressegurador mundial, superando, inclusive, os atentados de 11 de setembro de 2011, nos Estados Unidos, cujas perdas somaram em torno de US$ 120 bilhões.O Japão é um país com forte cultura de seguros.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Jornal do Comércio, destaca a KOR em seu Painel Econômico


Kor Corretora investe na presença online

Aproximação com o público e modernização dos serviços são as metas para 2011.

A Kor Corretora planeja aumentar a presença digital em 2011. Serviços direcionados aos internautas e plataforma especial para atendimento via web foram lançados com este foco.  Além disso, a empresa já está totalmente conectada em todas as redes sociais. E espera crescer 30% neste ano.

O investimento é uma aposta do diretor Breno Kor que enxerga a presença da empresa na internet fundamental. “O meio digital é um caminho para entender o consumidor, encontrá-lo, criar a demanda. Além de mostrar a transparência da empresa”, conta. A Kor Corretora já oferece a contratação de todos os seus serviços online via site www.kor.com.br.  Na comodidade da sua casa, os clientes podem segurar seu Ipad, viagem ou mesmo solicitar cotação para o seguro do seu carro.
  
Com sede em Porto Alegre e atuação em todo território nacional, a Kor Corretora tem mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros. Na web a Kor dialoga com seu público nas páginas: twitter.com/korcorretora, blog.kor.com.br ,
www.facebook.com/korcorretora .


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Os "Novos Velhos"


A Experiência do Mercado Segurador Brasileiro (BR-EMS) com base nos compradores de seguros no Brasil apurou uma nova expectativa de vida de 81,9 anos para os homens, enquanto o IBGE indica 69,1 para a população.
Mulheres 87,2(BR-EMS) 76,97(IBGE). Essa diferença entre o BR-EMS e o IBGE ocorre porque o mercado segurador trabalha com as classes A e B.
Isto deve reduzir o preço do seguro de vida, pois quanto mais tempo a pessoa pagar, menor será o prêmio.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Seguro de Morte


A Sinaf Seguros é um case de sucesso em seguros de assistência funeral, usando e abusando do humor (negro) em seus comerciais, para transpor um tema de difícil abordagem: a morte.
Comerciais com frases,”Fique frio que a gente cuida de tudo”; “Sujeira é você ir para o céu e sua mulher para o SPC”; “Planeje a morte de sua sogra” fizeram sucesso, a Cia cresceu e hoje opera com seguros de vida e previdência.
Isto expõe a dificuldade que temos em lidar com a morte, superar esta dificuldade e contratar a mais nobre de todas as garantias que proporciona a tranqüilidade dos nossos dependentes: O seguro de vida.

www.kor.com.br

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Quem cuida do segurado?

Muitos termos utilizados nos textos das apólices foram alterados.
Voce não encontra mais a denominação “Danos Pessoais contra terceiros” no seguro auto, pois isto poderia englobar  os danos morais. Hoje consta “Danos Corporais”, limitando aquilo que a seguradora pretende cobrir nesta garantia.
O termo “Perda Total” utilizado no pagamento de sinistros  foi eliminado e trocado por “Indenização Integral” pois, como poderia a seguradora vender os salvados quando afirma que a perda foi total?
Voce não vai mais encontrar expresso em sua apólice “oficinas credenciadas” porque a responsabilidade fica a cargo de quem credencia. Hoje são “oficinas referenciadas”.As seguradoras tem todo o cuidado na redação dos contratos limitando suas responsabilidades, por outro lado a figura do corretor existe para cuidar e proteger o segurado. 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Seguro para o Profissional Liberal

O profissional liberal que gera sua própria renda pode garantir a continuidade desta renda mesmo no caso de paralisação por doença ou acidente através de seguro. Normalmente a gente pensa primeiro em segurar bens como automóvel e patrimônio adquirido, mas esquece da máquina que proporciona tudo isso que somos nós mesmos e o nosso trabalho.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

13 de Agosto: Gato preto dá azar?

Essa é uma superstição que surgiu na Idade Média, quando muitas pessoas acreditavam que os gatos em função dos hábitos noturnos tinham parte com o demônio e se fossem pretos eram relacionados às trevas e ao mal. Porém os egípcios os consideravam amuletos de sorte e hoje em dia em países como o Japão e Inglaterra são sinônimos de boa sorte.
Nada que um bom seguro não resolva.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Reflexões sobre o Seguro de Vida ... ou de Morte!

Por que priorizamos a contratação de seguros que visam a proteção de bens materiais em detrimento do maior bem que possuímos: a nossa vida?


A diferença entre o medo e o pavor:
A pessoa que teme morrer e tem recursos internos para lidar com este medo, tem a tendência de se planejar antecipadamente com relação aos imprevistos, e a contratação de um seguro de vida para garantir o conforto dos familiares pode ser uma ação preventiva.


Em contrapartida, a pessoa que tem pavor da morte e não conseguiu desenvolver recursos internos para lidar com esta situação inerente, pode passar a negar tudo o que se relacione a ela. Por exemplo: evitar cuidar da saúde, evitar fazer check-up e até evitar contratar um seguro de vida.

A contratação de um seguro de vida pode representar uma busca de superação da morte.
Para a maioria das pessoas que temem a morte, a idéia da contratação de um seguro de vida é inexeqüível.

Mas para quem reconhece que não basta atingir a longevidade e deseja chegar a ela com saúde e com qualidade de vida, o seguro passa a ser uma decisão previdente.

O mercado de seguros necessita evoluir muito com relação à comercialização de seguros de vida. O que existe é um despreparo generalizado para a venda individual. Talvez tenhamos perdido muito tempo comercializando produtos simplificados, os chamados seguros de vida em grupo, deixando de lado o seguro de vida individual.

Texto extraído de artigo do atuário Sérgio Rangel Guimarães e psicóloga Luciane Fagundes publicado na revista Caderno de Seguros.