sexta-feira, 15 de abril de 2011

PARIS HILTON SE NEGA A DEVOLVER JOIAS EMPRESTADAS, DIZ PROCESSO


Paris Hilton está com joias no valor de US$ 60 mil que não pertencem a ela e deveria devolvê-las, alega uma ação judicial que acaba de ser aberta.
A seguradora alemã Allianz SE está processando a socialite e herdeira da fortuna dos hotéis Hilton, dizendo que ela ignorou várias tentativas feitas de recuperar as joias emprestadas.
De acordo com uma queixa registrada em um tribunal do Estado de Nova York em 6 de abril, Hilton emprestou as joias em 2007 da joalheria Damiani, de Manhattan, prometendo guardá-las em um cofre quando não as estivesse usando.
Mas, segundo a Allianz, as joias estavam em uma prateleira de um closet na mansão de Hilton em Los Angeles, que não estava trancada, quando elas e outras joias, estas valendo cerca de US$ 2,7 milhões, foram furtadas da casa da socialite em 19 de dezembro de 2008, enquanto Hilton estava em uma festa em Hollywood.
A Allianz disse que a polícia de Los Angeles encontrou as joias e as devolveu a Hilton depois que esta já pagara à Damiani pelos objetos, que estavam segurados.
A seguradora teria começado a pedir a Hilton e duas empresas com seu nome que ela controla que devolvesse as joias, mas que seus telefonemas e e-mails não foram respondidos.
O processo aberto pela Allianz acusa Hilton de negligência e quebra de contrato.
Uma representante de Hilton disse que a ação "não é baseada em fatos" e que nenhum representante da socialite já dissera à Allianz que as joias da Damiani roubadas tinham sido devolvidas. "Só foram recuperadas bijuterias", disse ela.
Fonte: Agência Reuters

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ao dirigir seu carro em dias como hoje...

Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.


foto: zerohora

É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor.

Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.

Os danos causados por calço hidráulico estão cobertos pelo seguro total do seu veículo, quando não houver imprudência ou negligência do condutor.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Seguro para obras de arte

Uma pintura do artista francês Paul Gauguin, em exibição no museu National Gallery de Washington, foi atacada por uma visitante. De acordo com o jornal americano "Washington Post", uma mulher tentou retirar o quadro "Duas mulheres taitianas" da parede da galeria gritando "Isso é malévolo". Ela golpeou a cobertura de plástico que protegia a pintura.
A porta-voz do museu, Deborah Ziska, disse ao jornal que não havia nenhum dano aparente na pintura de 1899, mas um exame mais minucioso será realizado na próxima segunda-feira. A pintura pertence ao Metropolitan Museum of Art de Nova York e faz parte de uma mostra de 120 trabalhos de Gauguin em exposição na National Gallery desde o fim de fevereiro. "Gauguin: Maker of Myth" fica em cartaz até o dia 5 de junho. Fonte: Escola Nacional de Seguros

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Se a moda pegar aqui, muito cuidado, lembre das condições e limitações do seu seguro e consulte seu corretor antes de aderir.

Consumo colaborativo

Daquele DVD de uma série favorita a um carro, sempre pegamos coisas emprestadas. Mas uma modalidade um pouco mais organizada – e talvez impessoal – do velho hábito de emprestar, com o pomposo nome de “consumo colaborativo”, começa a fazer sucesso nos EUA e em outras partes do mundo. São sites onde é possível encontrar maneiras de usar o que é dos outros para não precisar comprar algo novo. Você vai conhecer alguns exemplos sensacionais a seguir e nos ajudar a responder: será que vai pegar no Brasil?
A junção da crise econômica americana, que deixou o povo com menos grana no bolso e contemplando a possibilidade de quem sabe deixar o consumismo desenfreado um pouco de lado, com a tecnologia que hoje existe em favor de conectar pessoas com objetivos similares, além de outros fatores, foi crucial para que a ideia do consumo colaborativo florescesse na cultura mais orientada ao consumo que existe. 
Uma rápida busca na internet traz resultados animadores para quem se identifica com a proposta. Sites e redes sociais propõem a troca ou reutilização de quase tudo, e o apelo é universal: por que comprar algo se você pode alugar, pegar emprestado ou trocar por algo seu com alguma outra pessoa próxima a você?
 
A proposta do WhipCar, por exemplo, é o aluguel de carros de outros usuários. Sim, carros. Você é daqueles que tem um carro parado na garagem por longos períodos? Com o WhipCar, você poderia colocar o seu carro para aluguel nos períodos em que não estivesse em uso. Os testemunhos no site deixam o benefício claro: “Eu tenho dois carros, e um deles paga os dois”, “Nós nunca usamos nosso carro, e agora ele paga nossas férias”, “Uso pouco pouco meu carro — ele agora se paga sozinho”.

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Temporais no RS

Foto: Zero Hora
Ao contratar seguro de sua residência, principalmente casas, atente para os riscos acessórios, de vendaval e granizo.
Custa pouco e a freqüência deste tipo de evento é cada vez maior com perdas significativas.
Os serviços de assistência emergenciais, incluídos no seguro, também evitam que ocorram danos maiores

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