segunda-feira, 23 de maio de 2011

"As seguradoras não podem repassar o risco de suas atividades aos consumidores" afirma Walter Polido

"A sociedade tem novos interesses e eles precisam ser atentamente observados. Não cabe mais às Companhias Seguradoras escolherem determinadas formas de procedimentos, tal como podia acontecer antes do advento do CDC - Código de Defesa do Consumidor. Havia, por exemplo, liberdade total para as Seguradoras se aventurarem em várias áreas de seguros, sem o competente estudo prévio e, logo em seguida, diante dos primeiros prejuízos, abandonavam a comercialização do produto, deixando os segurados completamente desprotegidos.
Ora, as Seguradoras criam expectativas nos seus clientes. Não podem, portanto, simplesmente repassar o risco de sua atividade aos consumidores. Há, nos dias atuais, obrigações, verdadeiros "deveres-anexos" que devem ser cumpridos e sobre os quais não há discricionariedade alguma para as Seguradoras.
Os novos paradigmas são determinantes e impositivos: a atividade empresarial seguradora requerida pela lei impõe profissionalismo e extremo apego à técnica pertinente. Ou seja, não há mais espaço para amadores no setor.
Esses deveres-anexos são representados pela lealdade contratual; catividade (continuidade) nas relações, boa-fé objetiva, transparência total - inclusive do preço do seguro com todos os seus carregamentos; respeito à dignidade da pessoa humana.
Alegar que acontece hoje verdadeira "judicialização" dos contratos de seguros não é uma verdade absoluta, pois que antes mesmo de haver tal alegação, requer seja questionado o porquê da promoção de tantos processos judiciais contra as Seguradoras no país? Os contratos de seguros são claros e completamente transparentes? Os profissionais são especialmente habilitados, inclusive os corretores de seguros, no trato das questões técnicas e jurídicas em relação aos diversos tipos de seguros?
Não se pode mais fazer e comercializar seguro como se fazia anos atrás. O momento é outro. O consumidor também é outro e ele está cada vez mais exigente".


Walter Polido
(Advogado, mestre em Direito das Relações Sociais, com concentração em Direitos Difusos e Coletivos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor universitário e consultor de seguros e resseguros.)


Fonte: Sincor-RS


terça-feira, 3 de maio de 2011

Os tablets favoritos.

O iPad foi apontado pelo estudo Change Wave Research como o tablet preferido dos executivos entrevistados, com 78% dos votos. Em seguida ficaram os modelos Streak, da Dell, e o Playbook, da Research in Motion (RIM), com 9% dos votos. Em terceiro lugar ficou o Slate, da Hewlett-Packard (HP) com 8%.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pets shops aderem ao seguro de Responsabilidade Civil

Para quem tem um animal de estimação e quer garantir segurança durante o tempo em que o bicho permanecer no pet shop, o ideal é pesquisar sobre o local, certificar-se da seriedade e avaliar se o espaço possui seguro contra qualquer incidente que possa vir a acontecer. Como por exemplo, a fuga do animal durante o serviço de leva e traz, acidentes durante o banho, a tosa, quedas, queimaduras, intoxicações e tantos mais.
De olho neste aspecto, vários pets shops começam a aderir ao seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Pets Shops. O principal objetivo deste tipo de cobertura é o de garantir a proteção caso seja responsabilizado civilmente por ter causado danos involuntários pessoais e/ou materiais aos bichinhos que são deixados sob os cuidados de clínicas veterinárias e pets shops.
Os planos custam a partir de R$ 547,00 por ano para coberturas de R$100 mil reais.
Fonte: CQCS

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Foxconn vai produzir tablets e outros itens, como telefones celulares

A implantação da fábrica da Foxconn no Brasil vai acontecer em duas fases. Entre 2011 e 2013 começarão a ser produzidos componentes para telefones celulares, notebooks, tablets e monitores de escritório. Já no período de 2014 a 2016, terá início a produção de aparelhos de TV de alta definição.
As informações foram dadas nesta quinta-feira pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Segundo ele, serão produzidos no Brasil os “complementos, montagem e conclusão do produto”.
O fabricante taiwanês de componentes eletrônicos planeja investir US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos, na construção de uma “cidade inteligente” que daria emprego a 100 mil pessoas. Desse total, 20 mil seriam engenheiros e 15 mil, técnicos especializados, segundo o projeto apresentado na terça-feira, explicou Mercadante, que integra a comitiva da presidente Dilma Rousseff na China.
A Foxconn, maior fabricante mundial de componentes para computadores que abastece empresas como Apple, Sony, Cisco e Nokia, está presente desde 2003 no Brasil, onde tem cinco fábricas.
Apesar de desconhecer o local da nova fábrica, o ministro garantiu que deve ser um lugar com banda larga, energia, portos e boas estradas para a importação de insumos e a exportação de produtos manufaturados. Mercadante prevê ainda que a “cidade inteligente” vai gerar novos negócios em áreas como a energia fotovoltaica.
Os engenheiros contratados no Brasil passariam um ano na China para treinamento nas fábricas da empresa no gigante asiático. Maior exportador da China, com faturamento de US$ 100 bilhões ano passado, o grupo taiwanês tem um milhão de empregados, metade deles em Shenzhen, na fronteira com Hong Kong.
Para detalhar a contratação de trabalhadores no Brasil, o Ministério da Ciência e Tecnologia deverá se reunir com representantes da indústria na próxima semana. Segundo Humberto barbato, presidente da Abinee, o encontro foi sugerido diretamente por Mercadante. Fonte: Jornal do Comércio

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Opções de passagens

As vantagens econômicas auferidas por quem planeja seus gastos com antecedência, principalmente de viagens aéreas, acabam educando as pessoas a organizar melhor sua vida. Nas passagens de avião elas já são bastante evidentes e começam a ser estendidas aos hotéis. Basta estar atento na internet.

Fonte: Affonso Ritter