quinta-feira, 2 de junho de 2011

Conversa evita acidentes

Os cautelosos alemães já começam a colocar em prática seu plano de zerar os acidentes com carros.

Em uma década, eles querem tornar realidade o que estão testando: vias inteligentes com automóveis antenados, que trocarão informações para prevenir atropelamento, colisão e desrespeito ao limite de velocidade.
Assim, a rua estará programada para avisar ao carro que ele pode atropelar alguém e ele freará antes disso.
Na Europa já existem rodovias que monitoram as condições de tráfego, os perigos de pistas escorregadias e os acidentes na estrada. A comunicação é a chave dos novos sistemas para tornar a condução mais segura. A ideia é interligar várias partes do carro -como sensores, GPS, volante e freios"" a uma central eletrônica, que também pode receber as informações fornecidas pela via.
Com dados do veículo e do trânsito à disposição, essa central "fala" com o sistema de segurança para prever o perigo e alertar o motorista. "Um radar no carro detecta que, pela velocidade com que ele está rodando, vai atingir um obstáculo que está à frente. Se o motorista não desacelerar, o veículo fará isso por ele", exemplifica Flávio Campos, diretor de engenharia da Delphi.

SEM PONTO CEGO
Sinais captados por uma câmera ou um sensor também podem ser processados por esse cérebro eletrônico, que ativa partes do carro que podem freá-lo ou avisa a alguém que o motorista sofreu um acidente e precisa de socorro. "Tecnologias já usadas em veículos topo de linha vão ficar mais acessíveis", afirma Carlo Gibran, gerente de vendas e marketing da divisão "chassis system" da Bosch.Radares também podem melhorar a visão do motorista. Uma de suas funções é detectar obstáculos quando a visibilidade é ruim ""devido a neblina ou chuva forte"" e avisar ao condutor por meio de um sinal sonoro e até projetando uma imagem virtual do objeto no para-brisa.
Outra nova tecnologia que já equipa carros na Europa e alguns importados para o Brasil é a "side assistance" (assistência lateral). Quando um veículo entra no ponto cego do retrovisor lateral, ele pisca para mostrar ao motorista que há um objeto ou carro fora de sua visão.
Ela chega por aqui nos próximos anos, segundo Gibran. "Como não é cara, porque não exige muita tecnologia embarcada, já pode ser incorporada aos feitos aqui."

Fonte: Folha de S. Paulo

terça-feira, 24 de maio de 2011

Esclarecimentos sobre o Seguro Vida

Não é raro os beneficiários de um seguro de Vida serem surpreendidos na hora de receber a indenização. O pagamento da indenização no caso de pacientes em fase terminal, sem recuperação ou reabilitação, quando contratada a garantia de Invalidez Permanente Funcional por Doença, é descontada do valor do seguro, por ocasião do óbito. Ao contrário, no caso da garantia contratada de Indenização Especial por Morte Acidental, esta se soma a garantia básica de Morte.

Maiores informações consulte a KOR

Conheça o Portal “AJUDE A FAZER O BEM NO TRÂNSITO"

Já está no ar um novo Portal que pretende formar uma grande corrente em prol de um trânsito melhor, com menos acidentes.
O Portal www.ajudeafazerobemnotransito.com.br tem dicas simples que, com certeza vão fazer a diferença se forem adotadas por um grande número de pessoas. A iniciativa é da Centauro Vida e Previdência e surgiu em função da decisão da ONU de fazer de 2011 a 2020 a Década de Ações Pela Segurança Viária.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

"As seguradoras não podem repassar o risco de suas atividades aos consumidores" afirma Walter Polido

"A sociedade tem novos interesses e eles precisam ser atentamente observados. Não cabe mais às Companhias Seguradoras escolherem determinadas formas de procedimentos, tal como podia acontecer antes do advento do CDC - Código de Defesa do Consumidor. Havia, por exemplo, liberdade total para as Seguradoras se aventurarem em várias áreas de seguros, sem o competente estudo prévio e, logo em seguida, diante dos primeiros prejuízos, abandonavam a comercialização do produto, deixando os segurados completamente desprotegidos.
Ora, as Seguradoras criam expectativas nos seus clientes. Não podem, portanto, simplesmente repassar o risco de sua atividade aos consumidores. Há, nos dias atuais, obrigações, verdadeiros "deveres-anexos" que devem ser cumpridos e sobre os quais não há discricionariedade alguma para as Seguradoras.
Os novos paradigmas são determinantes e impositivos: a atividade empresarial seguradora requerida pela lei impõe profissionalismo e extremo apego à técnica pertinente. Ou seja, não há mais espaço para amadores no setor.
Esses deveres-anexos são representados pela lealdade contratual; catividade (continuidade) nas relações, boa-fé objetiva, transparência total - inclusive do preço do seguro com todos os seus carregamentos; respeito à dignidade da pessoa humana.
Alegar que acontece hoje verdadeira "judicialização" dos contratos de seguros não é uma verdade absoluta, pois que antes mesmo de haver tal alegação, requer seja questionado o porquê da promoção de tantos processos judiciais contra as Seguradoras no país? Os contratos de seguros são claros e completamente transparentes? Os profissionais são especialmente habilitados, inclusive os corretores de seguros, no trato das questões técnicas e jurídicas em relação aos diversos tipos de seguros?
Não se pode mais fazer e comercializar seguro como se fazia anos atrás. O momento é outro. O consumidor também é outro e ele está cada vez mais exigente".


Walter Polido
(Advogado, mestre em Direito das Relações Sociais, com concentração em Direitos Difusos e Coletivos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor universitário e consultor de seguros e resseguros.)


Fonte: Sincor-RS


terça-feira, 3 de maio de 2011

Os tablets favoritos.

O iPad foi apontado pelo estudo Change Wave Research como o tablet preferido dos executivos entrevistados, com 78% dos votos. Em seguida ficaram os modelos Streak, da Dell, e o Playbook, da Research in Motion (RIM), com 9% dos votos. Em terceiro lugar ficou o Slate, da Hewlett-Packard (HP) com 8%.