quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Segurança no trânsito: responsabilidade compartilhada

Quando falamos em acidentes de trânsito a responsabilidade, quase sempre, recaí sobre os motoristas e/ou as más condições das vias e estradas.  Deixamos de lado, no entanto, um importante agente dessa história: o pedestre.
 
A imprudência e o mau comportamento de todas as partes são as principais causas de acidentes.  Por isso, não podemos esquecer que cabe também aos transeuntes respeitar as regras de trânsito.


O pedestre deve fazer a sua parte:
• Ande sempre pela calçada, longe do meio-fio, em filas únicas, em sentido contrário ao dos veículos (ação obrigatória quando não houver calçadas);
• Nas estradas, utilize o acostamento e tenha o mesmo comportamento;
• Para atravessar uma rua, use a faixa própria, obedeça a sinalização e, quando não houver faixa, atravesse em sentido perpendicular às calçadas. Procure as passarelas de pedestres mesmo que a distância pareça grande. É a sua segurança que está em jogo;
• Antes de atravessar as ruas, fique longe do meio-fio, em local visível, prestando atenção em carros parados ou outros objetos que possam estar bloqueando sua visão. Olhe para ambos os lados e estabeleça contato visual com o motorista, para se assegurar de que está sendo visto;
Somente com a colaboração mutua entre condutores e pedestres é capaz de diminuir o número de mortes no trânsito.
Via: Proteste
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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Danos elétricos: uma garantia a ser contratada à parte


Em dias chuvosos como esses é preciso ficar ainda mais atento aos imprevistos. Afinal, tanto em casa quanto no trânsito, ninguém deseja ter prejuízos não indenizáveis em seus contratos.
 
Por isso, alguns cuidados são essenciais.  Para não ficar de fora da cobertura, verifique se você possui garantia quanto a danos elétricos e/ou se você está cumprindo as medidas de segurança.
Quem sair de carro deve evitar locais alagados. Se o segurado for imprudente a ponto de dirigir em locais sem condição de tráfego, ele pode não receber indenizações de eventuais prejuízos.
No que se refere ao seguro residencial, ele só pode ser contratado com as coberturas contra riscos de incêndio, queda de raio e explosão.  Os danos elétricos são uma garantia à parte que deve ser contratada.
Esta garantia adicional ao seguro incêndio não deve ser confundida com a cobertura de danos causados por raios já compreendida no seguro incêndio. Os danos por raios estarão amparados quando  este atingir diretamente o bem segurado, deixando vestígios como chama seguida de incêndio,  queima leve, até mesmo enegrecimento.
O dano elétrico, por sua vez, é provocado por uma sobrecarga de energia proveniente da queda de raio próxima ao local segurado, podendo danificar aparelhos e equipamentos.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cuidados ao volante: o sapato adequado também é um item de segurança


O ato de dirigir exige cuidados que nem sempre são levados em consideração pelos condutores. Um item geralmente desconsiderado, ao menos pela grande parte da população ao volante, é o uso de sapatos adequados.

Segundo o artigo 252 capítulo IV do Código de Trânsito Brasileiro, “dirigir veículo usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização de pedais é considerado infração média, o que acarreta em 4 pontos na CNH e multa de R$85,13.

Ainda assim, vemos, todos os dias, motoristas saírem de seus veículos trajando chinelos ou sapatos de salto. Esse descaso pode comprometer a segurança e aumentar o risco de acidentes, como explica a especialista e consultora do Portal de trânsito, Elaine Sizilo.

  “O motorista pode perder a estabilidade na troca dos pedais e correr o risco de enroscar o solado no tapete do veículo”, diz Sizilo.

Por isso, antes sair de casa, é recomendável que o condutor verifique a documentação do veículo, o estado de manutenção, as suas próprias condições para dirigir e se está com o calçado adequado para esta ação.

Para não comprometer o visual, Sizillo sugere que deixemos um tênis ou calçado apropriado dentro do carro. “Dessa forma, o cidadão evita a multa e principalmente, evita se envolver em um acidente de trânsito, que pode ter consequências fatais”, conclui.
 
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Breno Kor é o novo acadêmico da ANSP


A Kor Corretora de Seguros, comunica, com grande alegria, que seu fundador, Breno Kor, obteve a mais alta honraria do Mercado Segurador Nacional e se tornará acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência.

A partir de agora ele deverá participar das cátedras, produzindo estudos científicos para o desenvolvimento da ciência do seguro, a valorização do institucional e disseminação da cultura do seguro, previdência privada e assuntos correlatos.

A Kor se destaca no mercado de seguros, há mais de 30 anos, pela inovação. Tanto que já conquistou diversos prêmios nas áreas de marketing, desenvolvimento de produto e capacitação profissional.


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

As estradas mais mortais do Brasil

No ano passado, mais de 8,6 mil pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito nas rodovias federais brasileiras.  Ao longo dos mais de 63 mil quilômetros de estradas em poder da União, foram 7,2 mil ocorrências com morte, o que significa um acidente fatal a cada 8,8 quilômetros de vias.

Localizar os trechos mais mortais das estradas nacionais, onde a atenção dos motoristas deve ser redobrada, pode contribuir para a redução desta triste estatística.

Confira abaixo, a seleção que a revista Exame produziu, à partir de dados consolidados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de 2011.
 
Trecho: km 0 ao 10
Total de acidentes: 701
Acidentes com morte: 28
Acidentes com morte/km: 1 para cada 0,35km
 
Com mais de 4,5 mil quilômetros do Ceará ao Rio Grande do Sul, a BR-116 tem vários trechos perigosos para os motoristas.
 
É no começo, no entanto, que as mortes se concentram, logo na saída de Fortaleza e antes mesmo da chegada ao anel viário. Foram 28 acidentes fatais neste trecho no ano passado, um a cada 357 metros, ou 25 vezes mais que a média nacional.
 
Avaliação do Dnit: duplicada e em boas condições, o Dnit afirma que há buracos dos quilômetros 4,5 a 5. Trata-se de via com tráfego intenso por ser ainda parte do trecho urbano de Fortaleza, com grande travessia de pedestres.

 
Trecho: km 0 a 10
Total de acidentes: 2069
Acidentes com mortes: 26
Acidentes com morte/km: 1 para cada 0,38km
 
É o segundo trecho mais mortal do Brasil, com 26 mortes. As famílias que saem ou chegam a Belém pela BR-316, a principal via de acesso à cidade, devem tomar muito cuidado. Pois, a chance de se envolverem em uma ocorrência de pequena a média gravidade é muito maior aqui, em decorrência de seu trecho urbano.
 
Considerando o Índice de Gravidade medido pela Polícia Rodoviária Federal – que leva em conta ainda o total de acidentes e feridos – ela se configura como a mais perigosa do Brasil. E tem tudo para finalizar o ano como o trecho mais mortal também, ultrapassando a BR-116 no Ceará: dados preliminares contabilizam 14 acidentes fatais apenas nos quatro primeiros meses de 2012.
 
Avaliação do DNIT: duplicada e com boas condições de trafegabilidade.

 
Trecho: km 500 a 510
Total de acidentes: 549
Acidentes com mortes: 23
Acidentes com morte/km: 1 para cada 0,43km

Entre Goiânia e Aparecida de Goiânia, ainda dentro da área metropolitana da capital do estado, está o terceiro trecho mais mortal do Brasil e o único de Goiás a figurar entre os 20 mais perigosos.

A média é de um acidente com morte a cada 430 metros, 20 vezes a nacional (8,8 quilômetros).

Avaliação do DNIT: duplicada, mas em condições delicadas, com obras. Além disso, é considerado perímetro urbano, com trafego intenso e sujeita a congestionamento.

 
Trecho: km 260 a 270
Total de acidentes: 1290
Acidentes com mortes: 18
Acidentes com morte/km: 1 para cada 0,55 km

A BR-101, uma das mais extensas do Brasil junto com a 116 - indo do Rio Grande do Norte até sua contraparte do Sul – concentra seis dos 20 trechos mais perigosos do Brasil.

O mais mortal fica no Espírito Santo, entre as estaduais ES-264 e ES-010, que leva a Laranjeiras, onde ocorreram 18 acidentes com morte em 2011.

Avaliação do DNIT: duplicada com pavimento e sinalização em bom estado.


Trecho: km 220 a 230
Total de acidentes: 949
Acidentes com mortes: 18
Acidentes com morte/km: 1 para cada 0,55km
 
Os 4 trechos mais mortais do Brasil até aqui eram de responsabilidade do governo. Esta não. Concedida a iniciativa privada em 1996, uma das rodovias mais importantes e movimentadas do país, entre Rio de Janeiro e São Paulo, a Via Dutra aparece não só em 5º lugar - entre os quilômetros 220 e 230 - mas também em 6º lugar, por causa do trecho imediatamente anterior, entre os quilômetros 210 e 220. Assim, em 20 quilômetros no Estado de São Paulo, foram 34 acidentes com mortes em 2011.
 
Avaliação do Dnit: duplicada, mas não informa estado já que rodovia é concedida.
 
Via: Exame

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